Glossário de Inteligência Artificial
Termos que todo gestor precisa conhecer para governar IA com segurança.
API (Application Programming Interface)
Interface que permite que aplicações se comuniquem com serviços de IA. O usa uma API compatível com o padrão OpenAI, permitindo integração sem reescrita de código.
Ver integração →AI Gateway (Gateway de IA)
Camada intermediária que roteia requisições entre aplicações e provedores de IA. Oferece controle de tráfego, segurança e monitoramento. O vai além de um gateway, adicionando governança, billing e auditoria.
Gateway de IA →Broker de IA
Plataforma que intermedia o acesso a múltiplos provedores de inteligência artificial, oferecendo uma interface unificada com governança, controle de custos e compliance. Análogo ao conceito de cloud broker reconhecido pelo TCU.
Saiba mais →BYOK (Bring Your Own Key)
Modelo onde a organização usa suas próprias chaves de API dos provedores. No , é o modo SDK Direto — máxima soberania de dados.
Modos de entrega →Cloud Broker
Intermediário que gerencia o acesso a múltiplos provedores de nuvem. Modelo reconhecido pelo TCU no Acórdão 292/2025 para contratações do governo federal.
Embeddings
Representação numérica (vetorial) de texto, imagem ou áudio, usada para busca semântica, classificação e recomendação.
Failover
Mecanismo que redireciona automaticamente o tráfego de um provedor indisponível para outro. O faz isso nativamente com roteamento inteligente.
FinOps
Prática de gestão financeira de recursos em nuvem e IA. O TCU recomendou FinOps no Acórdão 292/2025. O implementa FinOps nativo para IA.
Governança de IA
Conjunto de políticas, processos e controles para o uso responsável de inteligência artificial. Inclui auditoria, controle de acesso, compliance e gestão de custos.
Governança no setor público →Guardrails
Filtros e regras que controlam o comportamento de modelos de IA — por exemplo, bloquear conteúdo sensível ou limitar tipos de resposta.
LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados)
Legislação brasileira que regula o tratamento de dados pessoais. Fundamental na adoção de IA no setor público. O atende com 4 modos de entrega.
Compliance →LLM (Large Language Model)
Modelo de linguagem de grande porte, como GPT-4, Claude e Gemini. Base da IA generativa moderna.
Lock-in (Aprisionamento Tecnológico)
Dependência de um único fornecedor que torna migração cara ou impossível. O elimina lock-in ao oferecer acesso multi-provedor com integração padronizada.
Multi-tenancy
Arquitetura onde múltiplos clientes (tenants) compartilham a mesma plataforma, mas com dados e configurações isolados. Fundamental para integradores.
Para integradores →NIA (Núcleo de Inteligência Artificial)
Estrutura coordenada pelo MGI/SGD responsável por desenvolver e coordenar iniciativas de IA no governo federal.
PBIA (Plano Brasileiro de Inteligência Artificial)
Plano nacional 2024-2028 com investimentos previstos de R$ 23 bilhões para promover IA no Brasil, incluindo no setor público.
IA na gestão pública →Prompt
Instrução enviada a um modelo de IA para gerar uma resposta. A governança de prompts é parte do compliance de IA.
Roteamento Inteligente
Capacidade de direcionar requisições para diferentes provedores com base em regras (custo, latência, disponibilidade). Funcionalidade nativa do .
Soberania de Dados
Controle sobre onde e como os dados são processados e armazenados. Prioridade do governo brasileiro na adoção de IA.
Modos de entrega →Token
Unidade de medida usada por modelos de IA para contabilizar texto processado. Aproximadamente 1 token = 4 caracteres em inglês ou 3 caracteres em português. O contabiliza tokens com precisão para controle de custos.
Trilha de Auditoria
Registro sequencial e imutável de ações em um sistema. No , a trilha é protegida por integridade criptográfica.
White-label
Produto oferecido por uma empresa sob a marca de outra. O oferece portal white-label para integradores.
Para integradores →